sábado, 25 de abril de 2009

Estrada do sol poente

Estrada ruim...
Cada buraco
caía em mim
cada curva molhada
dobrava em qualquer dor.
Voltava pra esse mundo
que parece não ter fim nem fundo
voltava em um segundo
pra não faltar amor.



Ígor Andrade

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9 comentários:

Camilla Andrade disse...

Quantas cores nessa estrada viu...
Certamente emanavam de seu coração...para serem poentes em um outro......
Lindo, poeta..

\o/

BAR DO BARDO disse...

senda...

S.L. disse...

Caminhos de pedras, de buracos e conflitos. Mas são todos caminhos. Siga a sua estrela. Beijo grande.

[ rod ] disse...

Todas as estradas nos levam a caminhos que merecemos... são incompreensíveis às vezes... mas nem por isso distantes do nosso mérito.

Abçs meu caro,







Novo dogMa:
lamúRias...


dogMas...
dos atos, fatos e mitos...

http://do-gmas.blogspot.com/

Raissa Santiago disse...

Inspiradíssimo...
Há tantos buracos e sem percebermos eles caem na nossa frente,o q importa é passar por cima e fingir q isso nao passa apenas de um buraco!E em relação ao amor,q vc volte tds os segundos para esplanar esses lindos poemas.


Ra*
Bjs

Deise Anne disse...

o mundo não tem fim, nem fundo...
ele é grande pra caramba!

mariam disse...

Igor,

excelente!!! muito bonito este poema.
fala da vida .. dos sobressaltos... mas, que graça teria se a estrada fosse sempre lisa?!

grande abraço e o meu sorriso :)
mariam

Simple Me disse...

E eute acompanho há tanto, percebo a evolução. Está cada vez mais de parabéns!
Beijos!

Ston disse...

Lindo!