domingo, 15 de agosto de 2010

Peito alheio (um poema tolo)

Amanhece
amanheço
amanhecido
sou a flecha do cupido
cego
ego
de quem sempre acerta
o mesmo lugar.



Ígor Andrade

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Um comentário:

Ana Claudia disse...

Eu não achei. Nem um pouco tolo.