sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Como anestésico

Nem aqui
nem ali
nada além
do além
e do muito.

Minha mente
que mente
não tem lugar certo
de tão inquieta.
Parei!


Ígor Andrade

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5 comentários:

passarocalado disse...

Parar por quê?
A vida é tão breve para viver inerte...sempre à espera.

=]

abraço.

S.L. disse...

Não pare. A inércia pode até ser momentânea, mas o além, não será muito.
Beijo meu.

glória disse...

parou porque foi vasto? parou porque a vontade de partir instarou o tempo de ficar? um poeta é sempre nômade, mesmo no mais profundo movimento de parar...lindos versos.

Pequena Poetiza disse...

as vezes é bom parar
pra encontrar nosso ritmo

Deise Anne disse...

pausa!
parar é preciso de vez em quando para analisar a trajetória e buscar o melhor caminho. :)