quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

A (g)rua


Os muros da madrugada
sabem de nós
mas calam.

É difícil viver sem olhos.


Ígor Andrade

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Um comentário:

Marcelino disse...

Fiz uma leitura literal de teu poema, na condição de leitor posso fazê-la. superamigos: os muros e a madrugada. E nós, às vezes, entre eles nos portamos como bons vilões, pois sabemos de seu conivente silêncio.