quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Desaprendo os fins ensinando inícios


Navego
no meu abismo.
Não nego
meu egoísmo é um prego
torto.
Nunca me vi
tão humano
e morto.
Também não encontro
meu ego.

Fim.


Ígor Andrade

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Um comentário:

Marcelino disse...

Porreta essa divisão dos versos. Muito bom.